quinta-feira, 9 de junho de 2016

Um exemplo simples do custo do Estado

O Brasil é inacreditável! Vejam a matéria abaixo:



Resumo da história: os moradores de uma cidade do Rio de Janeiro imploravam para que a prefeitura construísse uma simples ponte que ligava um lado do outro de um rio, para que a população não precisasse andar 2 km pra conseguir dar a volta completa. 20 anos de espera, muitas desculpas, um orçamento pela prefeitura de 2 milhões de reais e burocratas vagabundos dizendo que não haviam recursos públicos para tal.

Os moradores se mobilizaram e construíram a ponte eles mesmos, por um custo de 5 mil reais. O povo mesmo construiu nos finais de semana, o que teria levado 8 dias corridos de trabalho.

A prefeitura alega que a obra foi construída por esse preço por não terem sido feitos laudos técnicos e estudos necessários. Vejam o vídeo e avaliem se o trabalho da prefeitura com os 2 milhões de reais teria sido tecnicamente superior a ponto de justificar o preço.

R$ 2 milhões => R$ 5 mil e boa vontade.

Pensem agora nos bilhões destinados à educação e saúde e imaginem em que bolsos eles estão.

„(...)"Existem apenas quatro maneiras de você poder gastar seu dinheiro. Você pode gastá-lo com você mesmo. Quando você faz isso, e você pode realmente ver o que está fazendo com ele, você tenta usá-lo da melhor forma possível. Mas você pode gastar seu dinheiro com outra pessoa. Por exemplo, eu compro um presente de aniversário para alguém. Bem, eu não estou preocupado com a eficácia satisfatória do presente, mas estou atento quanto ao seu custo. Então, eu posso gastar o dinheiro alheio comigo mesmo. E se eu gasto o dinheiro alheio comigo mesmo, então eu tenho certeza de que terei um bom almoço! Finalmente, eu posso gastar o dinheiro de alguém com outro alguém. E se eu gasto o dinheiro de alguém com outro alguém, eu não me importo com o custo e não me importo com o que conseguirei satisfazer. E isso é o governo. E isso é cerca de 40% do PIB.“
– Milton Friedman

sábado, 4 de junho de 2016

Educação financeira e isolamento social

Uma das consequências de começar a ir atrás de se virar com as próprias pernas, depender menos do Estado e entender melhor de economia é o isolamento social e a revolta que sinto cada vez que ouço conversas fúteis, vejo comentários idiotas sobre dinheiro e principalmente observo o comportamento das pessoas com quem convivo com relação a independência financeira e planos de vida.

O Brasil vem de um passado onde a economia era uma merda completa, os governantes eram e são o que há de pior na face da Terra e a escola desde a época da ditadura é um antro de professores marxistas. Dito isso, não é nenhuma surpresa constatar que:

  • brasileiro não entende nada de economia
  • brasileiro não sabe lidar com dinheiro
  • brasileiro não faz a menor idéia de como funciona o dinheiro
  • brasileiro não faz idéia se o dinheiro possui lastro real
  • brasileiro não entende como funciona a dívida pública
  • brasileiro não entende o PIB
  • brasileiro não sabe explicar o papel do Estado
  • brasileiro não sabe os impostos que paga
  • brasileiro não faz questão nenhuma de saber nada disso que eu falei
  • brasileiro mesmo assim opina sobre tudo isso que eu falei

O que mais me deixa triste com relação a tudo isso é que esse tipo de perfil não é restrito ao brasileiro pobre ou sem instrução. Ao contrário, os que mais se metem a falar sobre economia sem saber são pessoas com faculdade, de famílias de classe média ou ricas, que nunca passaram necessidade e que não deixam de comprar o último Iphone, nem que seja em 24x.

A consequência de tudo isso, pelo menos pra mim, é que às vezes eu me sinto completamente sozinho e sem ter com quem conversar sobre o que penso. Veja bem, não sou nenhum intelectual nem profissional nem especialista em porra nenhuma sobre economia, mas procuro me informar bastante, ler livros sobre o assunto, entender a fundo questões sobre o papel do Estado, impostos, formação de patrimônio. São assuntos corriqueiros e pelo menos pra mim, essenciais para sobreviver ao Brasil de hoje. Entender com clareza qual é a herança deixada pelo PT, qual o estrago causado pelas distorções na economia da tal nova matriz econômica da Dilma, refletir sobre a necessidade real do salário mínimo, da pesadíssima CLT, do buraco negro que são os gastos públicos com saúde, educação e infraestrutura.

Essa visão foi reforçada com a leitura do livro As vantagens do pessimismo, que eu terminei recentemente. O livro mostra como é importante ter essa visão crítica sobre assuntos econômicos e políticos para não nos deixarmos cair na lábia de políticos utópicos e vendedores de ilusões. Uma dose correta de pessimismo pode tornar as pessoas mais racionais e escapar de armadilhas que a história já provou inúmeras vezes. O socialismo é basicamente uma ilusão gigante de que é possível atingir uma espécie de nirvana existencial coletivo, contanto que todos abram mão de seus desejos individuais e queiram se tornar formigas niilistas, todas unidas num objetivo comum de serem nada e desejarem o nada, de viverem pelos outros em troca de nada e nada mais.

Eu hoje consegui acumular um patrimônio que considero razoável, mas que perto de outras pessoas eu pareceria um multimilionário. Não fiz nada além do que considero minha obrigação como ser humano independente, racional e livre. Meu objetivo com isso não é de gastar tudo com inutilidades, luxos ou ostentações, mas sim de me desamarrar da obrigação de trabalhar com o que eu não gosto, de não precisar adular nenhum político, de compreender melhor o funcionamento do mundo em geral, de garantir uma aposentadoria digna e honesta, onde eu não dependa do que é extorquido dos que trabalham.

Como todo nerd, gosto muito de ler notícias sobre games, filmes e entretenimento em geral. Mas essa diversão se tornou um stress absurdo quando vejo os ~jornalistas~ da área opinando sobre falta de ministras mulheres no governo Temer, puxando saco de feministas histéricas que se ofendem por qualquer coisa e tentam assassinar reputações de pessoas, discutindo progressismo e representatividade em videogames. Puta que pariu. Eu quero jogar videogame porra. Não quero saber se as mulheres estão bem representadas no jogo X. Não quero discutir se o protagonista do filme Y deveria ser negro. Eu não ligaria se eu controlasse um travesti num jogo de tiro, contanto que exista uma boa razão para isso ao invés de ser algo puramente para agradar alguma porcaria de jornalista inútil que acha que sua opinião é valiosíssima. Essa área de jornalismo geek é um barato: todo mundo pensa igualzinho. É a mesmíssima opinião sobre feminismo, meritocracia, Donald Trump, Dilma, cotas estudantis... quem pensa diferente é enxotado da panelinha. Imagine agora como deve ser a redação de um jornal de verdade. Nada muito diferente disso. Chegamos ao ponto de estarmos nessa merda completa no Brasil e ocorrerem debates nesse meio geek sobre arranjar uma namorada pra Elza do Frozen. Talvez o grande problema do Brasil seja a falta de homossexuais em desenhos infantis?

Pseudo-jornalista gamer solicitando que a Blizzard suspendesse uma campanha promocional de um novo jogo com Danilo Gentili pois na opinião dela ele é uma espécie de demônio homofóbico racista misógeno


Não consigo mais frequentar sites ou ouvir podcasts sobre coisas nerds no Brasil. Não consigo mais ouvir pessoas conversando sobre financiamentos ou estratégias estúpidas pra adquirir patrimônio. Não aguento brigas familiares por causa de quinhentos reais. Me irrito quando ouço colegas de trabalho discutindo sobre como gastar o mais rápido possível qualquer dinheiro extra. Me estresso quando minha família e amigos enchem o meu saco e tentam opinar na minha vida sobre como eu deveria usar o meu dinheiro.

Já tentei disseminar algumas coisas que aprendi sobre dinheiro e investimentos. Fiz até slides e apresentei para algumas pessoas. Indiquei livros. Tentei abrir a cabeça sobre o funcionamento do dinheiro. Não consegui nada além de um ou outro começar a colocar uma merreca no Tesouro Direto para aposentadoria. E a maioria deles ainda defende que a Luciana Genro ou a Marina Silva seriam boas opções para 2018. Achei que com o tempo o perfil das pessoas acabaria mudando, mas não é o que está acontecendo.

Quanto mais estudamos e entendemos sobre economia e política mais nos distanciamos do resto das pessoas com que convivemos e toleramos menos as idiotices que são disseminadas como verdades irretocáveis. Toda uma geração de pessoas mais interessadas em adorar o Estado e continuar dependendo dele do que encarar a realidade e andar com as próprias pernas. O futuro dirá quem tem razão. 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Fechamento do mês - Mai/16

Maio será marcado na história como o mês em que o Brasil conseguiu se livrar da desgraça completa que foi o PT. Mas que também freou o otimismo daqueles que exageradamente achavam que a solução da crise estava mais próxima de se encerrar. O novo governo começa com desafios gigantescos, a classe política continua nojenta e a imprensa suja (encabeçada pela Folha de São Paulo que decidiu escancarar seu viés petista comprado) agora está com a artilharia 100% voltada a destruir o governo Temer.

Os péssimos números do PIB e a inflação que persiste alta indicam que ainda não será fácil reduzir a taxa de juros tão cedo. Por isso, o Tesouro Direto que vinha performando de forma fantástica desde Janeiro deu uma piorada agora no final do mês, assim como o mercado de ações devolveu boa parte dos ganhos dos últimos meses. O cenário externo também dificulta as coisas.

Apesar de tudo isso, meu mês foi bom graças ao boom dos bitcoins que ocorreu nos últimos dias de Maio. Cada vez mais eu me interesso pela moeda e aconselho a todos a ficarem de olho nela, principalmente aqueles que se interessam pela escola austríaca de economia e tem um viés mais libértario/anarcocapitalista.

A carteira de FIIs continua muito boa e eu estou empolgado com ela. Quero aumentar a carteira e deixá-la rendendo pro resto da vida.

Resultados:

Aporte: R$ 3150,00
Evolução do patrimônio no mês: 2,89%



Para encerrar, gostaria de deixar um texto muito interessante que faz uma reflexão pertinente sobre a carga tributária brasileira e a função dos impostos:

http://sensoincomum.org/2016/06/01/voce-trabalhou-ate-hoje-para-pagar-impostos-e-se-ficasse-com-o-dinheiro/

sábado, 28 de maio de 2016

A verdadeira cultura do estupro

Essa semana milhões de brasileiros ficaram chocados com a triste e repugnante história de uma jovem de 16 anos que foi violentada por mais de 30 marginais traficantes vagabundos de uma só vez em uma favela do Rio de Janeiro.

A história começou quando alguns dos famosos "trolls" do Twitter (composto por um grupo de direita que não tem paciência com feminista burra e artista de esquerda) descobriu quem foi o autor de um vídeo que caiu na net da menina claramente embriagada e inconsciente a mercê de mais de 30 bandidos, em uma situação deplorável. Enquanto os odiados trolls imprimiram as evidências e foram até a delegacia, as feministas histéricas de sempre começaram a divulgar aqueles textões ridículos dizendo que basicamente todo homem é um estuprador em potencial, sobre como elas se sentiam oprimidas, sobre o patriarcado, o capitalismo e etc. (nada de prático foi feito para realmente tentar ajudar a menina do caso e colocar os vagabundos na cadeia).



Quando o assunto começou a repercutir discussões mais acaloradas se iniciaram nas redes. Algumas pessoas, numa tentativa inútil de dialogar com a militância histérica, perguntou se apoiariam projetos de lei polêmicos como redução da maioridade penal, porte de armas para civis e castração química de estupradores. Como boa parte dessas leis foram propostas por pessoas como Jair Bolsonaro, a esquerda entrou em bug e decidiu repudiar completamente essas idéias justamente por serem propostas por alguém que consideram o Hitler.


Eis que entre um mimimi histérico e outro, entre políticos e artistas se aproveitando da situação para ganharem seguidores e votos com vídeos e textos contra o estupro (alguém é a favor dessa merda?), entre jornalistas aproveitando a situação para dizer que Dilma também sofreu um estupro coletivo, surge uma verdade inconveniente por trás do caso: a garota em questão aparentemente não foi estuprada. A menina tem essa vida de orgias, bailes funk e sexo com traficantes desde os onze anos de idade. O vício em drogas faz ela perder o controle e chamar o morro inteiro para o sexo. Não foi a primeira vez que isso aconteceu e até a família dela já admitiu que a garota (mãe aos 13 anos) dá trabalho e some por alguns dias graças ao vício.

http://vocaroo.com/i/s065ZEME5oer (áudio da garota)


Essa verdade inconveniente irá ter duas repercussões: ou o caso será abruptamente encerrado e a mídia irá parar de falar sobre, ou essa parte será ignorada e a imprensa e política irá usar o caso da garota como massa de manobra para pautas de divisão da sociedade entre pobre x rico, homem x mulher, esquerda x direita, Temer x Dilma. A raiz da questão é uma verdade muito complicada para a esquerda, pois o que realmente causou essa situação moral deplorável na nossa sociedade foi a maldita cultura da favela glamourizada, dos bailes funk com letras com apologia ao estupro de menores sendo aceitas como normais e encorajadas nos programas da Regina Casé e da Fátima Bernardes, a redução do negro como um ser inferior adotado pelos brancos da esquerda cuja única função deve ser a de militar pela causa como todo negro obediente, entre uma roda de capoeira e outra.

A esquerda que vê o baile funk como cultura, que apóia o ensino do sexo gay para crianças de seis anos, que admite troca de sexo com qualquer idade, que acha que marginal de 17 anos é somente vítima da sociedade, que odeia qualquer negro que não pense de acordo com a militância, é a verdadeira promotora da mesma cultura do estupro que criou o ambiente para que essa menina achasse tudo isso normal desde os seus onze anos de idade. Mas é o tipo de verdade que irá acabar sendo distorcida como sempre e redirecionada para quem quer que a militância tenha como alvo no momento. E enquanto isso, outro brutal caso de estupro acaba mais uma vez, com o bandido voltando pra rua.


quinta-feira, 19 de maio de 2016

O chororô da vagabundagem

Uma semana após a inevitável queda de Dilma e o começo do fim do lulopetismo no Brasil, o novo governo de Michel Temer, vice assumido, começa a se movimentar para formar uma equipe técnica competente para arrumar a casa e também investigar qual o tamanho real do rombo das contas públicas para esse ano. As estimativas mais recentes falam em valores acima de R$ 200bi, mais que o dobro do previamente esperado pelo irresponsável governo anterior que queria aprovar um déficit de R$ 96bi.

Nesse período Temer de forma acertada mostrou que tem um mínimo de responsabilidade com o dinheiro público e promoveu cortes de gastos em áreas que podem ser deixadas em segundo plano e não exigem auxílio do Estado agigantado, principalmente na cultura.

O que aconteceu? Artistas dependentes das tetas estatais, militantes de partidos de extrema-esquerda disfarçados de estudantes e os velhos sindicatos de vagabundos começaram a procurar todas as desculpas possíveis para atacar o novo governo, ignorando totalmente o rombo deixado pelo governo anterior e procurando justificativas para que a gastança que transfere dinheiro dos miseráveis para os ricos continue, justificando das formas mais patéticas possíveis, naquele velho discurso de esquerda que já não cola mais com qualquer pessoa bem informada e que tenha um mínimo de conhecimento da realidade.

Em uma semana de mandato Temer recebeu críticas de que seu ministério não era composto de nenhuma mulher (qual o problema?), discurso repetido por todos os tipos de jornalistas órfãos do PT, playboys vagabundos, youtubers, artistas globais alienados, maconheiros e toda a ralé cujo objetivo maior é de servir de massa de manobra e continuarem com sua masturbação coletiva de ideologias onde o pensamento é terceirizado para seguir o que a esquerda determinar. Nesse tipo de grupo, aqueles que pensam diferente são execrados, ignorados e agredidos. A pessoa que não se submete ao pensamento coletivista pode inclusive ser alvo de agressões homofóbicas e racistas justamente dos auto-intitulados defensores das minorias.

11 milhões de desempregados, 1,8 milhão de empresas fechadas, 3,1 milhões de famílias de volta à condição de pobreza. E ainda temos "artistas", "estudantes", "professores" e "jornalistas" que acham que o grande problema do Brasil hoje é não ter dinheiro público financiando peça onde tem gente enfiando a cara no cú do outro.

Pra encerrar, vejam esse vídeo com um debate do Fernando Holiday do MBL detonando um pelego qualquer de algum movimento social coletivista qualquer:





quinta-feira, 12 de maio de 2016

Tchau, querida!

Enfim, acabou!




Depois de 13 anos, 4 meses e 12 dias chegou o fim a era PT no Brasil!
O sentimento hoje é de página virada, de satisfação por ter participado de três passeatas, de um pouco mais de esperança com o futuro do Brasil!

Ainda é cedo pra dizer qualquer coisa concreta sobre o novo governo de Michel Temer mas ele teve um excelente início, com discurso honesto e coerente sobre os problemas do Brasil, favorável a redução do Estado e às privatizações. Que continue assim.

Olhando agora vejo como a eleição de Dilma foi excelente para o Brasil. Sem isso, alguém da oposição entraria e ficaria com o fardo de toda a bagunça fiscal que ela causou, fortalecendo o discurso do PT e facilitando um retorno deles à liderança do país. Agora temos um PT completamente destruído, com Dilma prestes a desaparecer do cenário político nas próximas semanas e Lula e os ex-ministros mais próximos da prisão. Os ratos estão sendo eliminados. Hoje já caiu o @HumanizaRedes e a @DilmaBolada!

Que a blogosfera volte a falar mais sobre investimentos e empresas, e menos sobre política! Que a política fique menos no nosso caminho para o sucesso.


Um bom Brasil para todos nós!

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Fechamento do mês - Abr/16

Olá,


Atrasado dessa vez, segue o fechamento do mês em post rápido.
Continuei firme na carteira de FIIs que continua performando muito bem, o Tesouro Direto também valorizou, os bitcoins subiram e tudo está fluindo bem no geral. Sigo enxugando gastos com impostos e serviços desnecessários.


Aporte: R$ 2962,00
Evolução do patrimônio no mês: 2,18%




Contagem regressiva pra bruxa cair! Hoje já foi o Cunha!

Abraços!