quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Você não irá se aposentar



O tema da aposentadoria voltou ao noticiário cotidiano em meio a nova proposta do governo de alterar a aposentadoria do INSS com novas regras e claro o aumento na idade mínima para se aposentar.

Esse tema pra mim é completamente irrelevante pois se tem algo que qualquer pessoa que estuda sobre finanças e entende o cenário da economia do Brasil pode afirmar com muita segurança é que a nossa geração está completamente f*dida se for depender do INSS para sobreviver.

O que mais vejo é a pessoa chegando nos 30 assim como eu e ainda pouco preocupado em investir, aportar e formar renda passiva, sempre adiando na expectativa de que em um tempo no futuro o salário será maior e sobrará dinheiro (SPOILER: isso não vai acontecer amigo).

Se você não consegue economizar nada com sua renda atual você já está atrasado. Sinto muito, mas a hora certa de começar a aportar é ONTEM. E esse aporte deve ser também pensando na sua futura aposentadoria desde cedo.

Pode parecer apocalíptico dizer mas a verdade é que a nossa geração não irá se aposentar de forma digna para o básico da sobrevivência. O dinheiro da aposentadoria do INSS que teremos, se o INSS sobreviver até lá, não irá servir nem para pagar o custo dos remédios que vamos precisar para sobreviver.

O INSS é uma bomba e cada um desses pacotes de mudança de regras serve apenas para jogar a batata quente para um futuro presidente/parlamento empurrar com a barriga. As mudanças são sempre muito pequenas, tímidas e medrosas (vide que os militares não terão nenhum corte).

A mentalidade brasileira de ter um Estado babá e a nossa cultura de ser sempre burro com relação a dinheiro faz com que não seja possível discutir modelos melhores e sustentáveis, onde cada um paga a própria aposentadoria, sem depender do sacrifício da próxima geração.

Se você que está lendo ainda é jovem, o caminho é tranquilo pois você ainda tem o tempo como seu aliado. Poupe uma pequena quantia e monte seu próprio plano de previdência privada, ou foque desde cedo a criar sua própria renda passiva e você nem vai precisar pensar em aposentadoria.

O tempo é o principal aliado e o conhecimento está aí disponível gratuitamente na internet e também em livros cuja relação custo/benefício faz com que saiam basicamente de graça. Por isso, não arrume desculpas: seja independente desde cedo e se torne uma pessoa melhor. Saia da asa do papai Estado e vá cuidar das próprias contas com dignidade.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Fechamento do mês - Nov/16

Olá comunidade aportadora,

Termina novembro e chegamos na última etapa do incrível ano de 2016. Esse ano pra mim financeiramente está muito bom!

Para quem é de direita ou liberal esse está sendo um ano fantástico agora com a vitória de Trump. Não faço muitos elogios a ele, mas sim à destruição do establishment globalista em vários lugares do mundo, agora esfacelado nos EUA e em várias partes da Europa.

Aqui no Brasil foi mais um mês daqueles onde percebemos que político nenhum presta por aqui, que estamos num buraco de corrupção muito profundo e que existem grandes chances de que tudo acabe em pizza mais uma vez. A velha imprensa nojenta morre a cada dia e a internet entra na vida de todos como a verdadeira potência transformadora da nossa sociedade, com excelentes blogs de conteúdo riquíssimo e acesso a diferentes pontos de vista da informação. Estou me divertindo muito vendo os últimos suspiros da imprensa que agora em ato desesperado chama todos os seus antagonistas de fake news, todos os movimentos contrários de extrema-direita, ultradireita e essas bobagens que saem da cabeça dos jornalistas maconheiros adoradores de sexo anal e de aborto que infestam essas redações.

Bitcoins continuam sendo o melhor investimento do ano (desculpem haters e desconfiados) e se torna cada vez mais resiliente e blindado contra as cagadas dos bancos centrais, inflação e fisco.

Novembro abriu algumas oportunidades boas de investimentos com a Black Friday que algumas corretoras fizeram oferecendo LCIs e CDBs a excelentes taxas. Fui às compras. Rolei meu Tesouro LTN 2019 para 2023.

Eis que o mês fechou muito bem e eu caminho para encerrar o ano com a histórica marca de meio milhão de reais!

Aporte: R$ 3400
Evolução do patrimônio no mês: 3,45%



Foi muito legal ver que estou muito perto do meio milhão (falta aproximadamente R$ 9500). É engraçado pois não tive com quem comemorar, já que ninguém no mundo sabe o meu patrimônio total. Nunca tive coragem de compartilhar essa informação além do anonimato aqui do blog. Minha namorada tem noção de que eu tenho um bom patrimônio mas não faz idéia de quanto. Minha família espero que jamais saiba o quanto eu tenho pois eu estaria ferrado com a pressão por ajudar os parentes irresponsáveis.

Um desabafo: estou muito feliz na área financeira e bastante desorientado nas demais áreas da vida. Tenho um ótimo emprego mas às vezes fico na dúvida se deveria fazer outra coisa ou voltar a estudar. Não encontro nenhum curso na minha área que compense a relação custo/benefício. Na vida pessoal estou passando por momentos meio chatos no relacionamento justamente numa fase onde eu preciso me sentir seguro para avançar na relação e seguir nos planos iniciais de sair de casa para viver com a namorada. Bom, pelo menos eu penso no meu meio milhão e me sinto mais confiante para qualquer decisão que eu venha tomar rs.

Abraços e um excelente final de ano a todos!


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

O fim do jornalismo tradicional

"Quem poderia imaginar a vitória de Trump?", disseram hoje basicamente todos os jornalistas respeitadíssimos da grande mídia brasileira e americana.

Alguns fizeram mea-culpa como Caio Blinder, que desde o começo do ano já tratava Hillary Clinton como a próxima presidente dos Estados Unidos e praticamente debochava ao vivo na rádio, na TV e nas redes sociais de quem ousasse afirmar de que Trump tinha alguma chance.

Assim como Blinder, outros inúmeros jornalistas da Globo News, IstoÉ, Veja, Exame, G1, O Antagonista e etc. fizeram um PÉSSIMO trabalho, que deveria ser considerado a antítese completa do que é SER JORNALISTA, pois passaram o ano inteiro bajulando Hillary e atacando Trump como militantes do partido democrata e não como profissionais isentos.





Como postei anteriormente, artistas milionários que vivem de seus iates para suas mansões com seus helicópteros diariamente, também fizeram uma forte militância para que Hillary vencesse. O establishment desse meio político-mídia-artistas é enorme, uma espécie de suruba onde um masturba o outro sem parar, e qualquer um que pensa fora dessa caixa é execrado.

Obama foi considerado por muitos americanos um dos piores presidentes da história dos Estados Unidos. Isso nunca foi levado a sério pela mídia, que o tratou sempre como um popstar carismático (e ele realmente não foi nada além disso). A bajulação que o Jornal Nacional fez ontem a ele foi de doer.

Obama se achava o ser perfeito. O político que usou a força das redes sociais e de todo aparato midiático e artístico comprado pelos democratas para impulsionar sua popularidade de forma artificial. Ontem, a realidade provou o contrário.

Trump não tem absolutamente nenhuma característica louvável, exceto pelo mérito de ser um empresário de sucesso. Foi por muito tempo aliado dos democratas e tem opiniões dúbias sobre tópicos importantes do conservadorismo republicano, e economicamente possui visões contrárias ao livre mercado. Entretanto, a mídia vai continuar sem entender o porque dele ter sido eleito.

Insistir no discurso boçal de que Trump foi eleito por xenófobos, homofóbicos e racistas é insistir na militância política e ignorar todos os fatores que levam um cidadão a se deslocar até uma urna eleitoral e selecioná-lo como novo chefe de Estado. O partido democrata cometeu o terrível erro de tentar emplacar uma mulher corrupta e mentirosa, de uma família de burocratas vagabundos que adoram o poder, com acusações terríveis de ocultação de informações sigilosas (vide o caso Benghazi), receber dinheiro de países árabes extremistas, ter ajudado a fortalecer o ISIS e principalmente ser a queridinha das elites financeiras globalistas. Trump precisou apenas fazer um discurso contrário. O povo abriu o olho e percebeu que esse jornalismo sujo, que joga brancos contra negros, mulheres contra homens, jovens contra seus pais, faz isso por interesses de seus patrocinadores como George Soros. A internet chegou e criou uma mídia alternativa onde todos podem obter novas fontes de informação e chegar às próprias conclusões, longe das redações tradicionais infestadas das múmias da velha mídia.

O povo bem informado percebeu simplesmente que era melhor alternar o poder e extirpar essa gente mentirosa que vende apenas aparências e sonhos e dar uma chance a alguém que diz ter uma alternativa. Até mesmo latinos, negros e demais minorias foram esclarecidas de que a esquerda americana não os representava fora da propaganda e votaram em Trump.

Nesse nicho surgiu no Brasil sites muito interessantes como Spotniks, Senso Incomum, Implicante, Instituto Mises Brasil, além dos jornalistas e economistas que acertaram as análises e deixaram os esquerdinhas tradicionais no chinelo: Alexandre Borges, Flávio Morgenstern, Carlos Andreazza, Felipe Moura Brasil, Stephen Kanitz. Essa onda tende a se fortalecer e tornar as redações tradicionais cada vez menos importantes.

A imprensa tradicional morre em 2016 ao errar TODAS as previsões de seus especialistas ultra-gabaritados e insistir em fomentar o discurso de ódio contra aqueles que não pensam igual aos seus intelectualóides boçais que já não pertencem a essa realidade. Os próximos meses serão de ataques constantes a Trump, que terá um caminho muito difícil mas que poderá destruir ainda mais a sujeira da mídia e a máquina de mentiras dos democratas caso tenha sucesso como presidente.

Boa sorte ao novo presidente, aos americanos e ao mundo todo.












Hello Mr. President

Impeachment da Dilma, Brexit e agora Trump: é melhor parar de se informar pela grande mídia comprada, artistas milionários e institutos de pesquisa fraudulentos e abrir os olhos para a realidade.


Brace ourselves.



domingo, 6 de novembro de 2016

Trump vs Hillary

Um fato histórico de grandes proporções acontece diante de nossos olhos com essa que já é considerada a eleição mais suja, bizarra e esquisita da história dos Estados Unidos. De um lado Trump com um discurso populista renovador (que pouco representa os valores do partido republicano) e de outro Hillary com o discurso pró-establishment.

O primeiro item curioso dessa eleição é perceber que as escolhas de ambos os partidos foram péssimas. Hillary é uma corrupta, mentirosa e dissimulada, que vem de uma família de poder político forte e que agrada as elites financeiras globalistas. Com ela no poder, o povo americano vai continuar com mais do mesmo, será a propagação da agenda de Obama com o programa de saúde quebrado, dívida aumentando eternamente, crise sendo empurrada com a barriga e muita demagogia a respeito das preocupações sobre a imigração em massa de muçulmanos e da economia paralizada. Não é por menos que Hillary é a queridinha dos banqueiros, Wall Street e Silicon Valley. Os ricos sabem que com ela no poder eles continuarão protegidos através de lobbys, regulações e benefícios. Hillary praticamente domina toda a mídia americana, com todos os veículos de comunicação a apoiando dissimuladamente e artistas milionários mongolóides abortistas fazendo videozinhos de apoio (aliás é impressionante que a esquerda americana é muito parecida com a brasileira, um bando de artistas ricos cuja vida pessoal é terrivelmente bagunçada, envolvidos com drogas, adultérios e baixarias, querendo cagar regra sobre o que é melhor para o pobre).

Já Trump foi uma cagada homérica, um bilionário que pouco representa os valores republicanos, envolvido em baixarias sexuais e com discurso extremamente populista. Aqui é importante comentar: as baixarias de Trump são ridículas perto dos casos de corrupção e sexo envolvendo os Clinton. Porém, como os Clinton são donos da mídia, eles pegam pequenos detalhes e ampliam ao máximo, fazendo com que a imagem de Trump seja atacada constantemente de forma amplificada. Se os republicanos tivessem escolhido um candidato mais tradicional a campanha de manipulação de notícias dos Clinton seria muito menos eficaz. Ambas escolhas fazem com que a eleição seja uma batalha para escolher o menos pior, pois ambos os lados possuem muitas falhas de caráter e trazem muita desconfiança ao eleitorado. Trump agora tenta na reta final conquistar votos através do discurso anti-establishment, se tornando o "Brexit" americano, a opção que pode quebrar o projeto globalista de George Soros e fazer uma varredura na política atual dominada por um Obama pop-star que serve mais como símbolo teatral do que como presidente em si.

Os escândalos envolvendo os Clinton são verdadeiramente bizarros, com acusações de receber doações de países que apoiam o ISIS, pedofilia, estupros e até rituais satânicos. Google e Facebook também estão ativamente apoiando a candidata por interesses próprios. Se a imprensa americana fosse um pouco menos comprada, Hillary estaria completamente destruída a essa altura do campeonato (basta imaginar o que aconteceria se alguma dessas acusações fosse relacionada a Trump).

Eu acredito que o melhor para o mundo seria a quebra do establishment democrata, apesar de não gostar da maioria das idéias de Trump. Seja qual for o resultado, uma coisa é certa: acompanhar essa eleição tem sido bem engraçado. Um humor triste e irônico que pode representar até mesmo o começo do fim dos EUA e do mundo como conhecemos.


Artistas milionários defendendo Hillary



Vídeo-resposta da campanha de Trump aos artistas acima

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Fechamento do mês - Out/16

Esse mês foi muito bom graças aos meus queridos e idolatrados Bitcoins que subiram pra cacete, além dos FIIs que também subiram graças a tão esperada queda dos juros.
Sei que tem muita gente que lê o blog e tem preconceito contra os Bitcoins, mas por favor, estudem sobre essa moeda e o potencial de valorização, principalmente com as crises iminentes que os bancos centrais do mundo todo estão fomentando.

O mês de novembro promete trazer muita volatilidade caso Trump seja eleito (e eu acredito fortemente nisso), quebrando o establishment dos democratas numa das eleições mais tristes, sujas e bizarras das história humana. Sério, o que tá acontecendo ali? Era só colocar alguém normal no partido Republicano que a Hillary seria massacrada. Trump tem seus milhares de defeitos, mas Hillary é uma corrupta mentirosa e nojenta. Engraçado como a coisa se repete em todo lugar, a esquerda sempre é imunda e sempre defendida pelos ricaços (que se beneficiam com lobbys e favores) e famosinhos que só se preocupam em aborto, maconha e cu.

Não tive aporte esse mês e mesmo assim a carteira decolou!

Resultado do mês:

Aporte: R$ 0
Evolução do patrimônio no mês: 3,16%



Estou alcançando em breve os R$ 500000,00, quero muito alcançar logo esse objetivo, vai ter um impacto psicológico muito favorável.

Abraços!

sábado, 29 de outubro de 2016

Sempre revise seus gastos fixos

Olá aportadores,




É impressionante a quantidade de pequenos gastos fixos que colecionamos ao longo do tempo e que se tornam uma bola de neve dia após dia. Temos desde as famigeradas taxas do banco como também despesas fixas com contas, impostos e serviços que nunca utilizamos e que permitem uma grande economia mensal caso sejam eliminados do orçamento.

Um mindset interessante que eu sempre me proponho a fazer para ver se vale a pena ter um gasto fixo de X reais com algo é pensar o quanto que eu devo ter aportado para cobrir aquele gasto mensalmente. Um exemplo: Netflix custa R$ 22,90 mensais. O quanto eu preciso ter investido em algum título conservador de renda fixa que me gere esses 22,90 mensais para o resto da vida? Hoje ainda é fácil encontrar investimentos que gerem cerca de 0,85% líquido sem maiores riscos. Ou seja, eu precisaria de cerca de R$ 2695 reais aportados e investidos para o resto da vida para cobrir esse gasto (e nem estou aqui contando os reajustes anuais).

Olhando por essa perspectiva a cobrança sobre esse gasto fixo se torna um pouco maior e aí exigimos que o custo-benefício realmente seja alto para justificar essa débito mensal. O serviço é bom? Eu o utilizo com a frequência necessária? Existem concorrentes mais baratos? É possível ficar sem ele e ainda sim ter o mesmo conteúdo?

Como eu utilizo bastante o Netflix, eu acabei optando por mantê-lo. Outros serviços já não tiveram a mesma sorte, como o Spotify. Na verdade todos esses serviços de rádio online são muito parecidos então quando surge uma promoção no concorrente, eu acabo migrando para lá e assim por diante (Google Play me ofereceu 3 meses de graça).

Bancos: pelo amor de Deus, se você ainda tem uma conta normal (ou pior, aquelas contas premium) cancele tudo isso agora. Quantas vezes você precisa interagir com um gerente de banco? Para onde vai a tarifa de manutenção da sua conta? Já disse algumas vezes aqui no blog mas volto a repetir: migre imediatamente para uma Conta Digital (iConta do Itaú, Digiconta do Bradesco e etc). Com elas você não paga nenhuma tarifa e ainda tem DOC e TED gratuitos e ilimitados. Dica: abra uma conta digital no banco Intermedium, você faz tudo pelo app, não tem tarifas, tem os benefícios de TED e DOC ilimitados também, você pode emitir boletos para outras pessoas e ainda é possível investir em LCIs com excelente rentabilidade atrelados ao IPCA ou IGP-M.

Temos também os gastos com seguro de carro (hoje existem várias empresas e startups oferecendo serviços mais baratos e personalizados de seguro), plano de saúde (optei por um plano numa rede local que sai mais barato) e no meu caso como trabalho como PJ, contabilidade. Esse último eu pagava um valor bem alto para um retorno ridículo pois basicamente emito uma única nota mensal por mês. Encontrei um serviço muito mais barato, questionei a minha contabilidade atual e eles me encaixaram em um novo plano onde o custo caiu cerca de 70%! Com um simples e-mail eu economizei mais de 150 reais por mês para ter o mesmo serviço!

Sempre revise suas despesas mensais e procure otimizar os custos de tudo que você paga. As vezes conseguir descontos é mais fácil do que você pensa.